quinta-feira, 27 de março de 2008

Assim falou O Eterno! ! !

Assim falou O Eterno! ! !
Lv 11
1 Falou o ETERNO a Moisés e a Arão, dizendo-lhes:
2 Dizei aos filhos de Israel: São estes os animais que comereis de todos os quadrúpedes que há sobre a terra:
3 todo o que tem unhas fendidas, e o casco se divide em dois, e rumina, entre os animais, esse comereis.
4 Destes, porém, não comereis: dos que ruminam ou dos que têm unhas fendidas: o camelo, que rumina, mas não tem unhas fendidas; este vos será imundo;
5 o arganaz, porque rumina, mas não tem as unhas fendidas; este vos será imundo;
6 a lebre, porque rumina, mas não tem as unhas fendidas; esta vos será imunda.
7 Também o porco, porque tem unhas fendidas e o casco dividido, mas não rumina; este vos será imundo;
8 da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver. Estes vos serão imundos.
9 De todos os animais que há nas águas comereis os seguintes: todo o que tem barbatanas e escamas, nos mares e nos rios; esses comereis.
10 Porém todo o que não tem barbatanas nem escamas, nos mares e nos rios, todos os que enxameiam as águas e todo ser vivente que há nas águas, estes serão para vós outros abominação.
11 Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver.
12 Todo o que nas águas não tem barbatanas ou escamas será para vós outros abominação.
13 Das aves, estas abominareis; não se comerão, serão abominação: a águia, o quebrantosso e a águia marinha;
14 o milhano e o falcão, segundo a sua espécie,
15 todo corvo, segundo a sua espécie,
16 o avestruz, a coruja, a gaivota, o gavião, segundo a sua espécie,
17 o mocho, o corvo marinho, a íbis,
18 a gralha, o pelicano, o abutre,
19 a cegonha, a garça, segundo a sua espécie, a poupa e o morcego.
20 Todo inseto que voa, que anda sobre quatro pés será para vós outros abominação.
21 Mas de todo inseto que voa, que anda sobre quatro pés, cujas pernas traseiras são mais compridas, para saltar com elas sobre a terra, estes comereis.
22 Deles, comereis estes: a locusta, segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador, segundo a sua espécie, o grilo, segundo a sua espécie, e o gafanhoto, segundo a sua espécie.
23 Mas todos os outros insetos que voam, que têm quatro pés serão para vós outros abominação.
24 E por estes vos tornareis imundos; qualquer que tocar o seu cadáver imundo será até à tarde.
25 Qualquer que levar o seu cadáver lavará as suas vestes e será imundo até à tarde.
26 Todo animal que tem unhas fendidas, mas o casco não dividido em dois e não rumina vos será por imundo; qualquer que tocar neles será imundo.
27 Todo animal quadrúpede que anda na planta dos pés vos será por imundo; qualquer que tocar o seu cadáver será imundo até à tarde.
28 E o que levar o seu cadáver lavará as suas vestes e será imundo até à tarde; eles vos serão por imundos.
29 Estes vos serão imundos entre o enxame de criaturas que povoam a terra: a doninha, o rato, o lagarto, segundo a sua espécie,
30 o geco, o crocodilo da terra, a lagartixa, o lagarto da areia e o camaleão;
31 estes vos serão por imundos entre todo o enxame de criaturas; qualquer que os tocar, estando eles mortos, será imundo até à tarde.
32 E tudo aquilo sobre que cair qualquer deles, estando eles mortos, será imundo, seja vaso de madeira, ou veste, ou pele, ou pano de saco, ou qualquer instrumento com que se faz alguma obra, será metido em água e será imundo até à tarde; então, será limpo.
33 E todo vaso de barro, dentro do qual cair alguma coisa deles, tudo o que houver nele será imundo; o vaso quebrareis.
34 Todo alimento que se come, preparado com água, será imundo; e todo líquido que se bebe, em todo vaso, será imundo.
35 E aquilo sobre o que cair alguma coisa do seu corpo morto será imundo; se for um forno ou um fogareiro de barro, serão quebrados; imundos são; portanto, vos serão por imundos.
36 Porém a fonte ou cisterna, em que se recolhem águas, será limpa; mas quem tocar no cadáver desses animais será imundo.
37 Se do seu cadáver cair alguma coisa sobre alguma semente de semear, esta será limpa;
38 mas, se alguém deitar água sobre a semente, e, se do cadáver cair alguma coisa sobre ela, vos será imunda.
39 Se morrer algum dos animais de que vos é lícito comer, quem tocar no seu cadáver será imundo até à tarde;
40 quem do seu cadáver comer lavará as suas vestes e será imundo até à tarde; e quem levar o seu corpo morto lavará as suas vestes e será imundo até à tarde.
41 Também todo enxame de criaturas que povoam a terra será abominação; não se comerá.
42 Tudo o que anda sobre o ventre, e tudo o que anda sobre quatro pés ou que tem muitos pés, entre todo enxame de criaturas que povoam a terra, não comereis, porquanto são abominação.
43 Não vos façais abomináveis por nenhum enxame de criaturas, nem por elas vos contaminareis, para não serdes imundos.
44 Eu sou o ETERNO, vosso D-us; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis por nenhum enxame de criaturas que se arrastam sobre a terra.
45 Eu sou o ETERNO, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso D-us; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo.
46 Esta é a lei dos animais, e das aves, e de toda alma vivente que se move nas águas, e de toda criatura que povoa a terra,
47 para fazer diferença entre o imundo e o limpo e entre os animais que se podem comer e os animais que se não podem comer.


Sabemos que o relato acima asemelhase as palavras ditas a Moises para falar ao povo por ordem Do Eterno, é evidente que palavras foram trocadas expressões foram atualizadas, mas o sentido a intenção não foi alterado. Pos mesmo com o cuidado dos que escreveram
Para não alterar a fala ouve necessidade de mudanças, principalmente por terem que traduzir.
Primeiro do Hebraico para o Grego e só depois para o Português.
Mas mesmo com todas essas desculpas não vejo motivo palpável para não serem obedecidas ordenança de suma importância como as que são citadas na Parasha Vaikra sei que muitos ão de dizer: mas a Briyt há chadashah (Novo Test. At 10: 9 -16) para muitos muda o conceito do que devemos ou não devemos comer, e outros hão de dizer ate mesmo, que o mal e o que sai e não o que entra na boca do homem, porem eu digo: “Obedecer e melhor do que sacrificar”, ora não foram discípulos (talmidim) que disseram não comas esse ou aquele E Sim O Próprio D’us. De que adianta se dar tanta obediência à Nova Aliança (Briyt há chadashah) e esquecer “os ensinamentos da Tora” que na verdade é o principio de tudo.
Eu não creio que o Sr. Yeshua (Jesus) se fartava comendo carne de porco, camarões e insetos considerados imundos e que fazem parte da lista que se encontra no livro de Levitico.
Enquanto vemos e ouvimos tantos que se intitulam servos, seguidores e discípulos do Sr. Yeshua porem não agem como ele em todas as situações, sempre existe algo em eles discordam do nosso Mestre, quando não e no comer e no fato de se guardar Sábado que é o dia Do Eterno e Ele guardava quando estava aqui, ou teimam em
esquecer que “Ele e Judeu” e não Romano, Grego, Católico, Cristão e etc. como muitos devem pensar.
Aqui nos dias de hoje se diz que, ordem Judicial não se discute se cumpre: eu penso que da mesma forma devemos ‘cumprir e obedecer’ ao Eterno é nossa obrigação já que somos seus seguidores: sei que alguns perguntarão, onde fica o livre arbítrio? ele ficou lá no momento em que tomamos a decisão de seguirmos ao Sr. Yeshua e nos tornarmos filhos Do D’us Eterno. Então façamos a Sua vontade, pos ao contrario do que se possa imaginar: ‘A Tora’ não foi feita para punir, Ela é ensinamento, instrução e tambem para que se prolonguem nossos dias aqui na terra: “Graça Divina pela misericórdia Do Eterno”.
B E N D I T O _ S E J A _ ELE”! ! !

Por três vezes Pedro recebeu visões de animais ritualmente impuros, e, em cada visão ,umavoz celeste insistia para que ele os comesse . violando as suas convicções judaicas. Essa tríplice visão tinha a intenção de mostrar a Pedro que D'US não faz acepção de pessoas , e que se deveria acompanhar prontamentes os estranhos, para lhes ensinar os caminhos do SENHOR , ao ínvéis de repudia - los.
As visões não se referiam a alimento, (comida), e sim fazendo uma comparação.

ps. A Briyt há chadashah (Nova Aliança) não pode contradizer a Tora...

SHALOM ADONAI ! ! !

segunda-feira, 24 de março de 2008

O aborto.

"Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:
– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro. Indaga o médico:
– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?A mulher, já esperançosa, respondeu:
– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:
– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.A mulher apavorou-se:
– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de D'us, exatamente o mesmo."

Texto: Aborto é Crime! - Autor Desconhecido.

Shalom Alechem ! ! !
Esse é um tema muito comentado no momento, o aborto é algo que deve ser repudiado por todos aqueles que creem em D'us : na verdade creio que todas as pessoas de bem deveriam lutar contra essa prática, não só discutindo se deve ou não ser regulamentada, mas principalmente lutando para mostrar as pessoas que pensam em fazer um aborto que isso é algo totalmente fora da vontade de D'us, a ciência comprova que um feto é um ser vivo e o principal, a Palavra de D'us nos mostra isso, em Jeremias 1: 4 e 5 esta escrito: "Ora veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
-Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei; às nações te dei por profeta."
Entao o que mais dizer sobre estas coisas, se o Proprio D'us declarou a vida no ventre materno:
quem somos nos para contrariar: a nos importa que facamos a Sua vontade que consiste em levar aos que nao conhecem a Palavra e os Mandamentos do Eterno .
Entao deixemos que O senhor aja nos coracoes dos que fazem as leis, pos Ele sabera como tocalos Vamos deixar D'us agir, e com certeza essa sera mais uma batalha vencida por Ele "que e O Senhor Dos Exercitos,Vencedor de todas as batalhas".
Creio que devemos orar e em nossas oracoes pedir que o Senhor abra os olhos das pessoas para que elas reflitam antes de tomarem a decisao de fazer um aborto ou cometer atos impensados,para que nao precisem arrepender-se depois:atos nao so contra as leis dos homens mas principalmente contra as leis do Eterno.
"BENDITO SEJA O NOME DAQUELE CUJO GLORIOSO REINO E ETERNO".


Para refletir:
"Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo... Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus." (Mateus 5: 13, 14 e 16)

fnt:Pr. Frank Medina -

www.uniaonet.com/ibppembuguacu.htm

Purim Uma Festa muito Especial


Em Purim celebramos a milagrosa salvação dos judeus da Pérsia, que lá foram
exilados após a destruição do Primeiro Templo. O nome da festa advém da palavra
persa "pur", que significa "sorte". O livro de Esther que relata com
detalhes a história de Purim explica: "Por isso, àqueles dias chamam Purim
(sortes)" por causa da sorte que Haman havia lançado, determinando o dia em que
os judeus seriam aniquilados".


Na Meguilat Esther, estão relatados, segundo o testemunho dos personagens
centrais, Mordechai e Esther, os eventos ocorridos no Império Persa por volta
do ano 450 antes de Yeshua. A leitura pública deste relato é um dos
mandamentos mais importantes da festa. Na própria Meguilá estão mencionados
alguns dos preceitos que devem ser observados nesta data, sendo que outros
foram instituídos pelo próprio Mordechai, segundo afirmam nossos sábios.

"Esses dias serão lembrados e comemorados em todas as gerações, em todas as
famílias, em todas as províncias, em todas as cidades ..." (Esther 9:28 ).
Segundo o Midrash, Purim nunca deixará de existir e ninguém está isento de sua
observância - homens, mulheres e crianças. Mesmo que todos as festas sejam
anuladas, Purim nunca o será. E os acontecimentos serão lembrados pela leitura
da Meguilá e celebrados com festas, oferta de alimentos, alegrias e presentes.

Em Purim agradecemos a D'us "pelos milagres e o livramento do seu povo
Das mãos de Hamam .
No dia 14 de Adar, por ser um dia de muita alegria, é proibido jejuar
e não se deve realizar trabalho desnecessário, nem é ocasião para lamentações e
luto.

As celebrações referentes a Purim se iniciam no Shabat que antecede a festa: no
sábado de manhã, a leitura da Torá na sinagoga deve incluir a porção Zachor
(Êxodo 17:8-16). Este trecho lembra o ataque do povo de Amalek contra Israel
pouco após sua libertação do Egito. Essa leitura está relacionada à data
festiva, pois o grande vilão de Purim, o malévolo primeiro-ministro Haman,
descendia de Amalek. A Torá nos manda recitar essa passagem para recordar e
estar sempre atentos aos planos malignos dos inimigos do povo de Israel." Pois
Haman, inimigo de todos os judeus, não se satisfaria com nada menos do que a
destruição física de todo o povo judeu" (Esther 9:24).

De fato, apesar de Purim ser o dia mais alegre do ano, sua história é sobre a
reversão de um édito de genocídio contra o povo judeu. Conta a história: para
salvar seu povo, Esther teve que enfrentar o rei. Por isso, ciente do grave
perigo, pede a Mordechai: "Vá e reúna todos os judeus que estão em Shushan e
jejuem durante três dias e três noites". Jejuando e pedindo perdão por todas
suas falhas, os judeus de Shushan buscavam a Proteção Divina. Apelaram para a
Misericórdia Divina, pois sabiam, assim como Esther, que somente com a ajuda do
Todo-Poderoso poderiam conseguir a anulação do decreto fatal. Desde então, para
lembrar este acontecimento, os judeus jejuam no dia anterior a Purim. O "Jejum
de Esther", Taanit Esther, é iniciado pouco antes do nascer do sol do dia 13 de
Adar e acaba ao pôr-do-sol do mesmo dia.


Quando chega a noite e se inicia o dia 14 de Adar, começa a festa de Purim.
Porém, antes de quebrar-se o jejum, ouve-se a Meguilat Esther. Esta deve ser
lida na íntegra de um rolo de pergaminho e em voz alta, tanto à noite quanto na
manhã seguinte. A leitura deve ser realizada na presença de um minian (um grupo
de 10 homens judeus), de preferência na sinagoga. Toda pessoa deve ficar atenta
durante a leitura para ouvir cada palavra, pois o propósito da leitura é
entender o que ocorreu na época da Rainha Esther e aprender que os eventos de
Purim não pertencem ao passado. Repetem-se, espiri-tualmente, em todas as
gerações.

Três bênçãos são recitadas na noite de Purim, antes da leitura da Meguilá. E são
repetidas no dia seguinte quando a Meguilá é lida novamente. Contudo, algumas
comunidades apenas recitam a terceira benção a oração de Sheheheyanu na noite
de 14 de Adar. Nas congregações em que também se recita esta oração no dia
seguinte de manhã, deve-se anunciar que esta se aplica aos outros mandamentos
de Purim.

"Esses dias serão lembrados e comemorados em todas as gerações, em todas as
famílias"... Um dos mandamentos de Purim é o envio de presentes os mishloach
manot. Deve-se enviar pelo menos um presente, composto de dois diferentes tipos
de alimentos, a um amigo. Os alimentos devem estar prontos para consumo, por
exemplo, biscoitos, frutas, doces, vinho ou outras bebidas. Esta é uma
obrigação que homens e mulheres devem cumprir no dia de Purim, não podendo ser
substituída pelo envio de dinheiro ou de qualquer outro presente que não seja
um alimento. É também aconselhável que esses presentes sejam entregues, sempre
que possível, por terceiros, pois a palavra mishloach, que significa envio,
indica que esta mitzvá deve ser cumprida por um intermediário.

Para comemorar Purim, além de enviar presentes, devemos também dar tsedacá a
pelo menos duas pessoas carentes. A generosidade com os mais necessitados é
particularmente importante nessa ocasião, pois nada é mais agradável aos olhos
de D'us. Nossos sábios ensinam que não existe maior mandamento da Torá do que
ajudar os pobres e necessitados. Pois aquele que traz alegria aos outros é
comparado ao próprio D'us, que revive o espírito dos oprimidos e restaura seus
corações" (Rambam, Hilchot Meguilá 2).

Costuma-se dar tsedacá relativa ao cumprimento deste preceito no dia 13 de Adar,
durante o jejum, e de preferência antes da reza da tarde, Minchá. Nessa ocasião,
costuma-se dar uma doação equivalente a três "meio shekalim" (três moedas de
prata). Uma doação que havia sido destinada à tsedacá, em data anterior, não
deve ser usada para cumprir esta mitzvá. Em Purim, mesmo os mais necessitados
têm a obrigação de dar tsedacá. Esta pode ser dada em forma de dinheiro,
comida, bebida ou roupas. A quantia mínima doada deve ser suficiente para
comprar pão para uma refeição. O mandamento de tsedacá deve ser cumprido de
preferência durante a noite ou na manhã de 14 de Adar para que a doação traga a
quem a receber benefícios durante o próprio dia de Purim.

A comemoração de Purim por "todas as famílias" é cumprida através de uma seudá,
uma refeição festiva. Todos são obrigados a comer, beber e se alegrar em Purim.
O Zohar, obra fundamental da Cabalá, afirma que em Purim, ao deleitar-se com
comida e bebida, pode-se alcançar a mesma elevação espiritual que ocorre
durante o jejum de Yom Kipur. A refeição festiva de Purim deverá ser realizada
durante o dia 14 de Adar, sendo costume incluir-se carne e vinho. Entre certas
comunidades as comidas favoritas de Purim incluem doces de três pontas, que
representam as orelhas de Haman. São chamados de oznei haman, pelos
sefaraditas, e de hamantaschen, pelo ashquenazitas. O Talmud ordena que em
Purim a pessoa beba vinho até que não consiga diferenciar entre "amaldiçoado é
Haman" e "abençoado é Mordechai". Porém, se a saúde ou a conduta de uma pessoa
for afetada negativamente pelo consumo de bebidas alcoólicas, esta não deverá
consumir mais do que uma quantidade simbólica.

Como o objetivo central da festa de Purim é fomentar e compartilhar a alegria,
muitos judeus, em particular crianças, fantasiam-se e participam de desfiles e
concursos. As fantasias mais populares costumam ser as de Mordechai e da Rainha
Esther. Peças teatrais são encenadas para recontar a milenar história.
Uma Meguilá é comparada à Torá em seus requisitos rituais de como deve ser
escrita: por um escriba e em um pergaminho. Mas como o Nome de D'us não é
mencionado nenhuma vez na Meguilá, durante os séculos, os artistas tiveram a
liberdade de ilustrá-la com magníficas ilustrações e iluminuras. Podemos
encontrar retratados nas meguilot, Mordechai, Esther e até o malvado Haman.


Bibliografia:

Gold, Rabbi Avie, Purim Its Observance and Significance,
Artscroll Mesorah Series
The Book of Our Heritage,
Feldheim Publications
Fte: Revista Morashá

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