sexta-feira, 20 de junho de 2008

SONHO IMPOSSÍVEL?

Meus sonhos seriam impossíveis?



Um dia foram de colocar no céu os balões gigantescos, os auto-dirigíveis, o 14 Bis!


Talvez inspirados no vôo das gaivotas, quem sabe nos colibris?


Impossível era um dia o homem chegar à lua.


Insólitas viagens!


Desvendar os mistérios dos oceanos, descobrir os segredos da clonagem...


Os mísseis de longa distância, que atingissem um alvo de pronto, uma bomba nuclear que destruísse o mundo, a chegada inevitável às células tronco!


Meus sonhos seriam impossíveis?


Tão simples e pequeninos...


Que as pessoas parassem um pouco em seus loucos descaminhos, voltassem à essência mais pura que D-us lhes deu.


Olhassem com olhos de criança ao irmão que se perdeu...


Onde nos levaria tanta violência, o truculento coração?


Se há de padecer o homem rico ou pobre, só, em baixo de sete palmos de terra,
tornar-nos-emos ao pó...


Olhemos as estrelas do céu, a chuva que cai no chão.


As flores que ainda brotam entre as pedras...


Façamos dos rios secos a ressurreição!


Sintamos o vento fresco pelos capins e que as divisas de todo mundo não tenham fim.


Olhemos o verde das matas, os mares e praias de cada canto!


O ar que poluímos sem compaixão, a camada de ozônio que um dia nos matará, enquanto ainda brigamos por um pouco mais de chão.


Amparemos nossas crianças, tentemos revogar seus destinos, fadados ao infortúnio das drogas, da fome.


Livremos nossos meninos!


A terra não é nossa.


D-us no-la emprestou!

Tal qual nossas vidas, vencidas na data em que Ele bem desejar!


Larguemos as futilidades, nossa pequenez...


Lá estão Hiroshima e Nagazaki reconstruídas outra vez!


Ou nunca ouviram falar, homens descrentes, no milagre da vida?

É tempo de sonhar, de realizar.



São passíveis!




Ontem quantas coisas não se imaginavam impossíveis?

fnt.
Boa noite e cia.

domingo, 15 de junho de 2008

QUANDO SE AMA DE VERDADE

Quando se ama de verdade, compreende-se que em qualquer circunstância, se
estava no lugar certo, no momento certo.

E, então, pode-se relaxar.

A isso dá-se o nome de: auto-estima.

Quando se ama de verdade, pode-se perceber que a angústia, o sofrimento
emocional não passa de um sinal de que você está indo contra as suas
verdades.

A isso dá-se o nome de: autenticidade.

Quando se ama de verdade pára de se desejar que a vida fosse diferente e
começa a ver que tudo o que acontece contribui para o seu crescimento.

A isso dá-se o nome de: amadurecimento.

Quando se ama de verdade começa a perceber como é ofensivo tentar forçar
alguém alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que se
deseja, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa não está
preparada.

A isso dá-se o nome de: respeito.

Quando se ama de verdade, começa a se livrar de tudo que não é saudável.

Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que pode colocar-nos para baixo.

De início, a razão pode chamar isso de egoísmo.

Hoje, isso dá-se o nome de: amor-próprio.

Quando se ama de verdade, deixa-se de temer o tempo livre e desiste-se de
fazer grandes planos, abandona-se projetos megalomaníacos.

Passa-se a fazer o que é certo, o que se gosta quando quer no seu próprio
ritmo.

A isso dá-se o nome de: simplicidade.

Quando se ama de verdade, desiste-se de querer ter sempre razão e, com
isso, erra-se muito menos.

A isso dá-se o nome de: humildade.

Quando se ama de verdade, desiste-se de ficar revivendo o passado e de se
preocupar com o futuro.

Portanto, deve-se manter no presente, que é onde a vida acontece.

Deve-se viver um dia de cada vez.

A isso dá-se o nome de: plenitude.

Quando se ama de verdade, percebe-se que a mente pode te atormentar e te
decepcionar.

Mas quando você se coloca a serviço do seu coração, a mente se torna uma
grande e valiosa aliada.

A isso dá-se o nome de: saber viver!

A gente não deve ter medo dos confrontos.

Até os planetas se chocam e dos caos nascem as estrelas.

Que a sua vida seja um constante aprendizado..

Este texto é de autoria de CHARLES CHAPLIN

(REFLEXÃO)

LIVRE ARBÍTRIO

Você já ouviu, alguma vez, falar de Livre-arbítrio?
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades
para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão.


Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude
ou outra.


Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar
por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a D-us por mais um dia
de oportunidades.

Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos
escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do
fundo da alma,
um bom dia.


Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com
todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau
humor.

Conta um médico que trata de pacientes com
câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações
parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da
mesma idade, tiveram que tirar um seio por causa
da doença.

Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a
outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também
tivesse os netos para curtir.
Quando alguém o ofende, você pode escolher entre revidar, calar-se ou
oferecer o tratamento oposto.
A decisão sempre é sua.

O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente,
como conseqüência. E essa reação é de nossa total responsabilidade.

Se você chega no trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu
colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou
fazer com que ele sintonize na sua.

Você tem ainda outra possibilidade e escolha: ficar na sua. Todavia, da
sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.

E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha
agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado
da sua ação e, por conseguinte, de sua
inteira responsabilidade.

E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha
agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado
da sua ação e, por conseguinte, de sua
inteira responsabilidade.

Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito, para uma ação positiva,
um efeito positivo, para uma ação infeliz, o resultado correspondente.

Yeshua (Jesus) ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos
sementes de flores, colheremos flores, se plantarmos espinheiros,
colheremos espinhos.

Não há outra saída. Mas o que importa, mesmo, é saber que a opção é
nossa. Somos livres para escolher, antes de semear.
Aí é que está a justiça Divina.

Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão
seus frutos.
São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente
ficam impunes.
Um dia, ainda que seja numa existência futura, eles aparecerão e
reclamarão colheita.


Igualmente os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas
vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons
frutos e perfume.
É só deixar nas mão do jardineiro Divino, a quem chamamos de Criador.

Este texto é de autoria de Letícia Thompson

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