Quem mexeu no meu queijo ? Foi a tal da PAX ?
© 2009, Blog Cabala da Auto-Suficiência.
Usado com permissão.Originalmente publicado em
http://www.cabaladaautosuficiencia.com.br/
A guerra é expressão de dominação. A guerra é o evento mais devastador que existe no mundo. Você aperta o botão para começar, mas não existe botão para fazer parar. E não existe guerra com freio de mão puxado, com civis poupados, com mortes cirugicamente previstas e contadas.Você não entra numa guerra calculando proporções e desproporções de forças, nem prevendo se eventualmente num bombardeio a um quartel militar de uma milícia , possam morrer 80 civis ao invés de 380. E muito menos ainda se no meio destes civis quantos serão menores de 18 anos, e quantos menores de 15, ou se morrerão 12 crianças ao invés de 26. Fica tudo mais difícil ainda quando o adversário usa crianças com estilingues e pedras em seu plano de mídia. A complicação vai aumentando quando o alvo é um grupo colocado em ilegalidade pela própria autoridade governante e esse "alvo" precisa da guerra para se legitimar e se afirmar , buscando seu posicionamento, angariando simpatizantes e financiadores. É uma variante do livro - Quem mexeu no meu queijo ? Um faz papel de malvado e o outro de bonzinho. O gato bonzinho trocou o queijo da ratoeira pelo foguete. O rato malvado morde a isca e cai na ratoeira. Cenário perfeito para a estupidez humana - ATIVADO o botão da guerra mode "ON".Todas as análises que existem na imprensa , são baseadas em critério geo-políticos. Mas vamos mudar o enfoque, buscando bem lá no passado, uma resposta para o presente. Existe uma guerra que não acabou. Uma guerra que começou entre o filho de Hagar (Ismael) e o filho de Sara (Isaque). Uma guerra que dura quatro mil anos, entre o filho da vontade de Deus (promessa), e o filho da vontade humana. Entre o filho da obediência e o filho da independência. O filho da auto-suficiência e o filho da suficiência do ALTO.Talvez não pareça, mas esse desafio ainda existe na nossa vida hoje. Parece tão fácil seguir as regras do mundo e aceitar os rumos que os outros seguem. Às vezes, uma palavra simples ou um pequeno gesto é suficiente. Outras vezes basta calar a boca e se omitir. Assim não precisamos ser diferentes dos outros. Não é necessário entrar em nenhuma briga. Podemos viver tranqüilos, tendo os mesmos amigos e a mesma posição de sempre. Mas a perspectiva de se viver uma vida tranqüila, sem conflitos, é uma perspectiva de quem não quer guerra, de quem é filho da vontade humana. Mas a instrução do ALTO deixa claro que as coisas não funcionam assim. As pessoas do mundo não vão concordar conosco e muito menos vão entender nossas escolhas. Bem ao contrário.Após a primeira guerra mundial, milhões de pessoas morreram e milhões de pessoas ficaram mutiladas. E a dor e o sofrimento fez as pessoas pensarem. Dentro desse panorama foi criada a Liga das Nações (precursora da ONU), através da boa vontade e confiança mútua surgiria essa paz idealista e as nações acatariam o decreto da paz através do respeito ao direito internacional. Menos de dez anos se passaram e surgiu a 2º guerra. Acabou o utópico idealismo e veio o sempre pragmático realismo. Muitos perguntam até hoje: Cadê a paz do mundo? Onde está a esperada paz mundial? Mas existiu um rabino ortodoxo barbudo, que andava por Jerusalém e que falou sobre a PAX ROMANA, como está escrito no livro de um biógrafo chamado Yochanan,- Eu vos dou o meu Shalom, não vos dou como o mundo vos dá Yeshua fala de uma paz que não é a PAX ROMANA!!!O império romano cumpria uma missão que acreditava ser civilizatória e expansionista. E essa missão era primordialmente etnocêntrica. Roma olhava a sociedade hebréia pelos seus parâmetros culturais. O que não era romano era exótico e inferior. A PAX ROMANA era a ideologia do domínio e da paz armada. A falsa paz. Mas no Tanach no livro de Isaías existe uma profecia sobre uma paz sólida no mundo, um shalom diferente.Será que então existe uma contradição, uma vez que Yeshua já esteve nesse mundo e a paz é um conceito que ainda não predomina?A resposta é que a paz não virá para aqueles que a recusam, mas para aqueles que a querem receber. Dentro de todo aquele que crê em Yeshua existe o Shalom! Não é só paz, mas saúde, integridade. Existe plenitude. Totalidade.Não é uma falsa paz que ignora o sofrimento alheio, mas uma paz duradoura.No seu retorno, Yeshua falou – “Shalom Aleichem!”Que a paz esteja convosco! Um trecho muito conhecido da liturgia judaica, onde o Shalom não é apenas ausência de conflito, mas trás um conceito de tranqüilidade, segurança, bem estar, saúde, sucesso. Não é apenas uma paz de duas pessoas fazendo uma saudação, mas fala em algo muito mais profundo, uma plenitude! Tanto se fala em pacificação. Pacificar a si mesmo envolve auto-conhecimento, mas não é suficiente, não basta, embora você passe a entender a si mesmo, e conseqüentemente deveria não ter mais ódio dentro de você. Para isso é necessário o alto-conhecimento. Isso mesmo, o conhecimento que vem do ALTO, que vem de D-us.Logo, temos que transferir nossa liberdade para o monarca certo. A base do contrato social explicado pelo filósofo francês iluminista do século XVIII, Jean Jacques Rousseau, é justamente isso, a transferência consensual do poder. O "Contrato Social", ao considerar que todos os homens nascem livres e iguais, encara o Estado como objeto de um contrato no qual os indivíduos não renunciam a seus direitos naturais, mas ao contrário, entram em acordo para a proteção desses direitos. Mas existe um contrato espiritual. E dele vamos falar mais tarde...
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http://www.cabaladaautosuficiencia.com.b
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A guerra é expressão de dominação. A guerra é o evento mais devastador que existe no mundo. Você aperta o botão para começar, mas não existe botão para fazer parar. E não existe guerra com freio de mão puxado, com civis poupados, com mortes cirugicamente previstas e contadas.Você não entra numa guerra calculando proporções e desproporções de forças, nem prevendo se eventualmente num bombardeio a um quartel militar de uma milícia , possam morrer 80 civis ao invés de 380. E muito menos ainda se no meio destes civis quantos serão menores de 18 anos, e quantos menores de 15, ou se morrerão 12 crianças ao invés de 26. Fica tudo mais difícil ainda quando o adversário usa crianças com estilingues e pedras em seu plano de mídia. A complicação vai aumentando quando o alvo é um grupo colocado em ilegalidade pela própria autoridade governante e esse "alvo" precisa da guerra para se legitimar e se afirmar , buscando seu posicionamento, angariando simpatizantes e financiadores. É uma variante do livro - Quem mexeu no meu queijo ? Um faz papel de malvado e o outro de bonzinho. O gato bonzinho trocou o queijo da ratoeira pelo foguete. O rato malvado morde a isca e cai na ratoeira. Cenário perfeito para a estupidez humana - ATIVADO o botão da guerra mode "ON".Todas as análises que existem na imprensa , são baseadas em critério geo-políticos. Mas vamos mudar o enfoque, buscando bem lá no passado, uma resposta para o presente. Existe uma guerra que não acabou. Uma guerra que começou entre o filho de Hagar (Ismael) e o filho de Sara (Isaque). Uma guerra que dura quatro mil anos, entre o filho da vontade de Deus (promessa), e o filho da vontade humana. Entre o filho da obediência e o filho da independência. O filho da auto-suficiência e o filho da suficiência do ALTO.Talvez não pareça, mas esse desafio ainda existe na nossa vida hoje. Parece tão fácil seguir as regras do mundo e aceitar os rumos que os outros seguem. Às vezes, uma palavra simples ou um pequeno gesto é suficiente. Outras vezes basta calar a boca e se omitir. Assim não precisamos ser diferentes dos outros. Não é necessário entrar em nenhuma briga. Podemos viver tranqüilos, tendo os mesmos amigos e a mesma posição de sempre. Mas a perspectiva de se viver uma vida tranqüila, sem conflitos, é uma perspectiva de quem não quer guerra, de quem é filho da vontade humana. Mas a instrução do ALTO deixa claro que as coisas não funcionam assim. As pessoas do mundo não vão concordar conosco e muito menos vão entender nossas escolhas. Bem ao contrário.Após a primeira guerra mundial, milhões de pessoas morreram e milhões de pessoas ficaram mutiladas. E a dor e o sofrimento fez as pessoas pensarem. Dentro desse panorama foi criada a Liga das Nações (precursora da ONU), através da boa vontade e confiança mútua surgiria essa paz idealista e as nações acatariam o decreto da paz através do respeito ao direito internacional. Menos de dez anos se passaram e surgiu a 2º guerra. Acabou o utópico idealismo e veio o sempre pragmático realismo. Muitos perguntam até hoje: Cadê a paz do mundo? Onde está a esperada paz mundial? Mas existiu um rabino ortodoxo barbudo, que andava por Jerusalém e que falou sobre a PAX ROMANA, como está escrito no livro de um biógrafo chamado Yochanan,- Eu vos dou o meu Shalom, não vos dou como o mundo vos dá Yeshua fala de uma paz que não é a PAX ROMANA!!!O império romano cumpria uma missão que acreditava ser civilizatória e expansionista. E essa missão era primordialmente etnocêntrica. Roma olhava a sociedade hebréia pelos seus parâmetros culturais. O que não era romano era exótico e inferior. A PAX ROMANA era a ideologia do domínio e da paz armada. A falsa paz. Mas no Tanach no livro de Isaías existe uma profecia sobre uma paz sólida no mundo, um shalom diferente.Será que então existe uma contradição, uma vez que Yeshua já esteve nesse mundo e a paz é um conceito que ainda não predomina?A resposta é que a paz não virá para aqueles que a recusam, mas para aqueles que a querem receber. Dentro de todo aquele que crê em Yeshua existe o Shalom! Não é só paz, mas saúde, integridade. Existe plenitude. Totalidade.Não é uma falsa paz que ignora o sofrimento alheio, mas uma paz duradoura.No seu retorno, Yeshua falou – “Shalom Aleichem!”Que a paz esteja convosco! Um trecho muito conhecido da liturgia judaica, onde o Shalom não é apenas ausência de conflito, mas trás um conceito de tranqüilidade, segurança, bem estar, saúde, sucesso. Não é apenas uma paz de duas pessoas fazendo uma saudação, mas fala em algo muito mais profundo, uma plenitude! Tanto se fala em pacificação. Pacificar a si mesmo envolve auto-conhecimento, mas não é suficiente, não basta, embora você passe a entender a si mesmo, e conseqüentemente deveria não ter mais ódio dentro de você. Para isso é necessário o alto-conhecimento. Isso mesmo, o conhecimento que vem do ALTO, que vem de D-us.Logo, temos que transferir nossa liberdade para o monarca certo. A base do contrato social explicado pelo filósofo francês iluminista do século XVIII, Jean Jacques Rousseau, é justamente isso, a transferência consensual do poder. O "Contrato Social", ao considerar que todos os homens nascem livres e iguais, encara o Estado como objeto de um contrato no qual os indivíduos não renunciam a seus direitos naturais, mas ao contrário, entram em acordo para a proteção desses direitos. Mas existe um contrato espiritual. E dele vamos falar mais tarde...
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